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COMDEUS | Comunidade Maria Mãe de Deus
 
Reflexão 30º Domingo Tempo Comum - 2014
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A Palavra de Deus, em nossa liturgia, nos impulsiona ao amor a Deus e ao próximo. Certamente que amar a Deus é fácil - Ele é perfeito, basta si mesmo, não precisa de nós e literalmente não o vemos. Somente alcançamos a Deus pela fé que é um dom que o próprio Senhor coloca em nosso coração para que possamos crer e nos relacionar com Ele. Mas com o próximo é exatamente ao contrário – ele não é perfeito, não basta a si mesmo, portanto precisa do outro e literalmente o vemos no cotidiano de nossas vidas. “Se alguém disser: Amo a Deus, mas odeia seu irmão, é mentiroso. Porque aquele que não ama seu irmão, a quem vê, é incapaz de amar a Deus, a quem não vê”. (IJo 4, 20). A exigência do amor a Deus passa necessariamente e primeiramente pelo amor ao próximo, pois é no exercício do amor ao próximo que começamos a entender quem é Deus.

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Reflexão 29º Domingo Tempo Comum - 2014

alt"Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus"

Deus escolheu um povo, chamou Abraão e com ele sua descendência e prometeu abençoar todas as nações da terra. Esta promessa Deus levou a sério, afinal tudo o que Deus fala Ele cumpre. “Deus cumpre o que promete”. Quando vemos os acontecimentos que decorrem da primeira leitura ficamos pasmos diante da ação de Deus em favor deste povo. Esta leitura está no contexto do período que o povo de Israel estava no Exílio da Babilônia, longe de sua terra, somente lamentando seus pecados e a distância de Deus e do Templo de Jerusalém, neste exílio ficaram pelo menos quarenta anos. Mas chegou o tempo em que o Império Persa cresceu e dominou a Babilônia e o mais incrível aconteceu. Ciro, imperador da Pérsia, mandou o povo de volta a sua terra, fez um Edito com os dizeres proclamando a libertação deste povo e ainda deu toda condição financeira e apoio logístico para que reconstruísse sua cidade, o Templo e ainda enviou governador, escribas para que tudo fosse colocado em seu lugar. Ciro, que não era Judeu, foi tão bom e temente ao Deus de Israel que o povo queria aclamá-lo como o Salvador esperado. Não existe nenhuma lógica humana nas ações de Ciro e depois dele ficou Dário que continuou esta mesma linha de trabalho. Realmente “Deus é fiel, Ele cumpre o que promete”. Por que então hesitamos em nossos problemas como se Deus estivesse ignorando nossas dores? Aquele povo era de cabeça dura, em tudo o que Deus fazia não era suficiente, sempre se voltavam contra Deus e o negava de forma muito absurda. Mas e conosco? Será que não fazemos o mesmo em nossos atos? Quantas vezes ficamos correndo atrás de Deus para resolver nossos problemas e muitas vezes problemas que nós mesmos causamos com nossos atos mesquinhos? E quando as coisas não acontecem do jeito que queremos nos revoltamos e até muitas vezes damos as costas a Deus ou se recebemos o que queríamos logo nos esquecemos d’Ele e voltamos a nossa vidinha no mundo buscando seus prazeres.

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