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Recebereis o poder do Espírito Santo
 
Recebereis o poder do Espírito Santo

Antonio Ribeiro de Castro

Fundamentação Bíblica

O Senhor Jesus antes de subir ao céu deixou esta recomendação aos apóstolos:

“E comendo com eles, ordenou-lhes que não se afastassem de Jerusalém, mas que esperassem o cumprimento da promessa de seu Pai, que ouvistes, disse ele, da minha boca; porque João batizou na água, mas vós sereis batizados no Espírito Santo daqui há poucos dias. Assim reunidos, eles o interrogavam: Senhor, é porventura agora que ides instaurar o reino de Israel? Respondeu-lhes ele: Não vos pertence a vós saber os tempos nem os momentos que o Pai fixou em seu poder, mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins do mundo. Dizendo isso elevou-se da (terra) à vista deles e uma nuvem o ocultou aos seus olhos”. (At 1, 4-9)

Certamente esta é uma passagem bem conhecida, mas podemos meditar um pouco sobre ela e retirar do texto os “segredos de Deus que se revela e alimenta os corações”. Assim podemos ver que o Senhor dá uma ordem aos seus discípulos de não se afastarem de Jerusalém, certamente que neste episódio Jesus se refere à própria cidade, mas dentro do contexto religioso sabemos que Jerusalém também significa a cidade santa e afastar desta cidade é afastar do sagrado e em ultima análise do próprio Deus. Assim mais do que afastar da cidade no sentido geográfico é não afastar do sagrado, não afastar de Deus. E na continuidade do texto o Senhor se refere ao cumprimento de uma promessa, promessa que foi realizada por Deus no Antigo Testamento. Vemos em Joel: “Depois disso, acontecerá que derramarei o meu Espírito sobre todo ser vivo: vossos filhos e vossas filhas profetizarão; vossos anciãos terão sonhos, e vossos jovens terão visões. Naqueles dias, derramarei também o meu Espírito sobre os escravos e as escravas. Farei aparecer prodígios no céu e na terra, sangue, fogo e turbilhões de fumo. O sol converter-se-á em trevas e a lua, em sangue, ao se aproximar o grandioso e temível dia do Senhor. Mas todo o que invocar o nome do Senhor será poupado, porque, sobre o monte Sião e em Jerusalém, haverá um resto, como o Senhor disse, e entre os sobreviventes estarão os que o Senhor tiver chamado.” (Joel 3, 1-5)  e também em Ezequiel: “Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo; tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne. Dentro de vós meterei meu espírito, fazendo com que obedeçais às minhas leis e sigais e observeis os meus preceitos”.  (Ez 36, 26-27).

E o Senhor Jesus revela que será realizada agora a promessa que Ele próprio reafirmou em seus ensinamentos. “Quando vier o paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim”. (Jo 15, 26).
“Pouco antes da sua ascensão, Jesus disse aos discípulos: "Eu vou mandar sobre vós o que meu Pai prometeu" (Lc 24, 49). Isto realizou-se no dia do Pentecostes, quando eles estavam reunidos em oração no Cenáculo com a Virgem Maria. A efusão do Espírito Santo na Igreja nascente foi o cumprimento de uma promessa de Deus, muito mais antiga, anunciada e preparada em todo o Antigo Testamento”. (Mensagem do Papa Bento XVI para o dia mundial da Juventude – 2007).

Chegou o momento do cumprimento de uma promessa que fará uma revolução no mundo, pois é Deus quem fala que o Espírito fará tudo novo – coração de pedra em carne, vida sem o Espírito que agora será plena e com a força do alto, visões, sonhos, coisas novas, vida nova, novos horizontes, um mundo novo.

A pessoa do Espírito Santo

Então podemos ver que a promessa não será realizada de qualquer forma, mas tem uma condição – “Não afastar de Jerusalém”. Esta é a grande condição dada pelo Senhor: ficar no sagrado, permanecer no Senhor, ter uma vida voltada para Deus. Não se recebe a promessa de qualquer forma tem que se entregar ao Senhor, buscar uma nova vida sair de si, da forma com que esta vivendo o hoje e buscar uma nova realidade. Desta forma temos que ver como é esta nova realidade e se é dada pelo Espírito temos que conhecê-lo.
E quem nos dá todas as informações sobre o Espírito Santo é o próprio Jesus: “No fim de sua vida sobre a terra, o filho de Deus feito homem declara aos seus discípulos: ‘Eu não falei de mim, mas o próprio Pai, que me enviou, prescreveu-me o que hei de dizer e ensinar. E eu sei que a sua ordem é vida eterna. Portanto, as coisas que vos digo, digo-as como o Pai as disse a mim’. (Jo 12, 49-50). Entretanto Ele também disse: ‘O confortador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ele ensinar-vos-á tudo e vos recordará o que vos disse’. (Jo 14, 26)”.  
Jesus “obediente até a morte, e morte de cruz”. (Fil 2, 8) realiza a obra do Pai e revela a nós a Pessoa do Espírito Santo, o Consolador, o Paráclito que ficará conosco todos os dias até a consumação de tudo.
“Quando vier, o Espírito de verdade, guiar-vos-á por toda a verdade” (Jo 16, 13).
“E, quando ele vier, convencerá o mundo a respeito do pecado, da justiça e do juízo”. (Jo 16, 8)
“Quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim”. (Jo 15, 26)
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco. É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós”. (Jo 14, 16-17)
Assim, como em outras passagens, ficamos conhecendo a terceira pessoa da Santíssima Trindade que nos foi revelada pelo Senhor, O Espírito Santo. Este que habita em nosso interior e que recebemos em nosso batismo.

Na Palavra de Jesus a condição para receber o Espírito Santo é não se afastar de Jerusalém, então já meditamos sobre o que é afastar de Jerusalém e quem é o Espírito Santo. Certamente que poderíamos explorar muito mais sobre o “afastar de Jerusalém” como a “pessoa do Espírito Santo”, mas isso pode ficar para sua meditação pessoal em que o próprio Espírito soprará os “segredos de Deus em seu coração”. O que nos cabe agora é meditar: qual é o papel do Espírito Santo e como é sua ação em nossa vida.


Recebereis o poder do Espírito Santo para serem minhas testemunhas - Editora Com Deus

 

 

Recebereis o poder

Muitas vezes, meditando sobre esta Palavra e olhando pelo seu entendimento no senso comum, principalmente dentro da RCC, percebo que este “poder” é entendido como ser um “super homem” alguém que cheio do Espírito Santo se torna um intocável, um todo poderoso, cheio de dons que distribui como quer - um super star que opera poderes por todo lado, alg

uém tão especial que é servido pelo próprio Deus. Mas é interessante notar que em pentecostes quando: “Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem”. (At 2, 1-4) Ai vemos que todos os apóstolos com umas 120 pessoas, isto é os discípulos do Senhor, estavam trancados dentro de uma sala com medo do que poderia acontecer com eles depois da morte do Senhor, visto que Jesus já havia ressuscitado passado com eles durante quarenta dias ensinando e mostrando

as verdade do Reino, e mesmo depois de tudo isso ainda estavam com medo de perseguição e da morte.
Quando recebem o Poder do Alto, isto é a pessoa do Espírito Santo, cria uma força sobre-humana, algo que não vem do homem, mas de Deus e com essa força saem sem medo para testemunhar o nome de Jesus.

“De pescadores amedrontados, tornaram-se corajosos anunciadores do Evangelho. Nem sequer os seus inimigos conseguiam compreender como homens "iletrados e plebeus" (cf. At 4, 13) eram capazes de manifestar uma coragem como esta e suportar as contrariedades, os sofrimentos e as perseguições com alegria. Nada podia detê-los”. Àqueles que procuravam reduzi-los ao silêncio, respondiam: "Quanto a nós, não podemos deixar de afirmar publicamente o que vimos e ouvimos" (Act 4, 20). Assim nasceu a Igreja, que a partir do dia do Pentecostes não cessou de irradiar a Boa Nova "até aos confins do mundo" (At 1, 8).  (Mensagem do Papa Bento XVI para o dia mundial da Juventude – 2007).
Muitas vezes relacionamos a vinda do Espírito Santo com dons e carismas nos tornando capazes de fazer milagres e curas, expulsar demônios enfim sermos pessoas de prodígios. Mas na verdade a vinda do Espírito Santo é para perdermos o medo e termos coragem

de testemunhar Jesus em todas as áreas de nossa vida.

Mas e quanto aos dons e carismas não são também frutos da vida nos Espírito? Sim, são. Mas temos que ver que os dons e carismas já são manifestações do Espírito para a utilidade do corpo conforme a dispensação dada pelo Espírito que forma o corpo de Cristo e opera em seus membros para que cada um produza conforme as necessidades estabelecidas pelo próprio Espírito. Afinal “A cada um é dada a manifestação do Espírito para proveito comum”. (1 Cor 12, 7). Assim vemos que os dons não são iguais e que as atividades de cada um são muitas vezes bem diferentes das dos outros, mas todos têm em comum a vida no Espírito e recebeu o “Poder” para agir na força do Espírito, assim conseguimos compreender o que é receber o “Poder”. Esse “Poder” é a presença do Espírito que leva a pessoa a sair de sua vida morta, medrosa e muitas vezes sem sentido, fugindo de si mesma, buscando suas realizações nas coisas materiais que nunca satisfaz, para ganhar a plena realização da vida no encontro com seu Senhor e passar a ser uma testemunha do Senhor Jesus Cristo.

“Sim, o Espírito Santo, Espírito de amor do Pai e do Filho, é Fonte de vida que nos santifica, "porque o amor de Deus foi derramado em nossos corações, pelo Espírito Santo que nos foi concedido" (Rm 5, 5). Todavia, não é suficiente conhecê-lo; é necessário acolhê-lo como guia das nossas almas, como o "Mestre interior" que nos introduz no Mistério trinitário, porque somente Ele pode abrir-nos à fé e permitir-nos vivê-la plenamente todos os dias. Ele impele-nos rumo aos outros, acende em nós o fogo do amor e torna-nos missionários da caridade de Deus”. (Mensagem do Papa Bento XVI

para o dia mundial da Juventude – 2007). Seguindo os conselhos do Santo Padre temos que nos relacionar com o Espírito Santo como nosso “Mestre interior”. Aquele que nos ensina todas as coisas, que nos prepara para sermos outro Cristo na terra, que vai proporcionar em nossa vida a santidade que necessitamos para um dia encontrarmos com nosso criador. Temos que nos sentir “indignos aprendizes do Espírito Santo” para sempre estarmos de coração aberto para receber suas instruções e para isso é necessário termos a “Docilid

ade ao Espírito”, sensibilidade disposição interior para acompanharmos as mudanças que o Espírito quer fazer em nós.

Minhas testemunhas

Assim chegamos ao ponto mais importante de nossa caminhada com Deus – “ser testemunhas” – Como vimos acima muitas vezes relacionamos o poder como se o Espírito nos fizesse um “super homem” e nos focamos em seus dons e carismas. Mas a Palavra de Jesus é clara “Recebereis a força do Espírito Santo para ser minhas testemunhas”. Ai nos cabe perguntar o que ser testemunhas de Jesus? De que forma devo testemunhar Jesus ao ponto de transformar a sociedade em que vivemos? Como posso eu ser uma testemunha que faça a diferença na sociedade ou que seja notado na sociedade ao ponto de provocar uma mudança nas pessoas?

Neste ponto seria importante olharmos a vida dos santos. Muitos deles viveram uma vida anônima, desconhecidos, muitos em vida de clausura e por uma vontade divina espalhou sua santidade e houve uma adesão por parte da comunidade que nem o pr

óprio santo poderia imaginar, primeiro que nem ele imaginava de sua santidade, mas sempre de sua debilidade. O que na verdade temos que ver é que é Deus que nos cria, chama, santifica e faz a obra conforme Sua vontade. A nossa parte é de se entregar a vontade de nosso Deus e deixá-lo realizar a sua obra em nós. Esta obra realizada em nós nos conduz por caminhos que nem imaginamos e na maioria das vezes exigem de nós ações que nem compreendemos. Esta comunhão com o Espírito nos leva a testemunharmos Jesus em situações que muitas vezes nos leva ao ridículo, a humilhação, a sermos perseguidos, incompreendidos, a despojarmos de tudo - projetos, ambições... Testemunhar Jesus não é da forma que queremos ou nos caminhos que traçamos, mas naquilo que o Senhor quer e da forma que o Espírito deseja para sermos membros ativos do corpo e Ele que “opera em nós o querer e o fazer”.

Então o Espírito nos dá força para vivermos a radicalidade do Evangelho em que Ele é o protagonista da ação e nós participantes ativos do processo de implantação do Reino do Senhor. Somos felizes se fizermos a vontade do Senhor, estaremos plenos do Amor se nos rendermos a Ele. Assim seremos boas testemunhas do evangelho.


Quando olhamos para a Igreja Primitiva vemos os prodígios que os acompanhava, mas também vemos as situações que o Espírito os colocava quando olhamos para o desabafo de Paulo entendemos melhor a vontade do Espírito: “Porventura cometi alguma falta, em vos ter pregado o Evangelho de Deus gratuitamente, humilhando-me para vos exaltar?... E por quê?... Será por que não vos amo? Deus o sabe! Mas o que faço, continuarei a fazer, para cortar pela raiz todo pretexto

àqueles que procuram algum pretexto para se envaidecerem e se afirmarem iguais a nós... Falo como menos sábio: eu, ainda mais. Muito mais pelos trabalhos, muito mais pelos cárceres, pelos açoites sem medida. Muitas vezes vi a morte de perto. Cinco vezes recebi dos judeus os quarenta açoites menos um. Três vezes fui flagelado com varas. Uma vez apedrejado. Três vezes naufraguei, uma noite e um dia passei no abismo. Viagens sem conta, exposto a perigos nos rios, perigos de salteadores, perigos da parte de meus concidadãos, perigos da parte dos pagãos, perigos na cidade, perigos no deserto, perigos no mar, perigos entre falsos irmãos! Trabalhos e fadigas, repetidas vigílias, com fome e sede, freqüentes jejuns, frio e nudez! Além de outras coisas, a minha preocupação cotidiana, a solicitude por todas as igrejas!” (II Cor 11, 7-28).

Não podemos esquecer que estamos em guerra, que Cristo é o vencedor, mas a batalha esta a posta na Igreja militante da qual fazemos parte.
“E aos que predestinou, também os chamou; e aos que chamou, também os justificou; e aos que justificou, também os glorificou. Que diremos depois disso? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas que por todos nós o entregou, co

mo não nos dará também com ele todas as coisas? Quem poderia acusar os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? Cristo Jesus, que morreu, ou melhor, que ressuscitou, que está à mão direita de Deus, é quem intercede por nós! Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação? A angústia? A perseguição? A fome? A nudez? O perigo? A espada? Realmente, está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte o dia inteiro; somos tratados como gado destinado ao matadouro (Sl 43,23). Mas, em todas essas coisas, somos mais que vencedores pela virtude daquele que nos amou. Pois estou persuadido de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem o presente, nem o futuro, nem as potestades, nem as alturas, nem os abismos, nem outra qualquer criatura nos poderá apartar do amor que Deus nos testemunha em Cristo Jesus, nosso Senhor”. (Rom 8, 30-39).

Mas no final de tudo receberemos a herança da glória como nos diz apocalipse:
“Enxugará toda lágrima de seus olhos e já não haverá morte, nem luto, nem grito, nem dor, porque passou a primeira condição. Então o que está assentado no trono disse: Eis que eu renovo todas as coisas. Disse ainda: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. Novamente me disse: Está pronto! Eu sou o Alfa e o Ômega, o Começo e o Fim. A quem tem sede eu darei gratuitamente de beber da fonte da água viva. O vencedor herdará tudo isso; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho”. (Apoc 21, 4-7).

Conclusão

A força do Espírito nos leva ao testemunho radical pelo evangelho e a pratica do amor em função do próximo, mas tudo isso acontece á partir de nossa adesão ao senhor e do Batismo nos Espírito. Batismo esse que tem que ser alimentado todos os dias em nossas orações pessoais, em nossa intimidade com o Senhor onde proporcionamos ao Espírito que nos ensine as “coisas do alto”. Sem uma vida de oração pessoal regrada e constante em que nos dispomos a estar com o Senhor na oração e meditação buscando uma vida de contemplação, não conseguiremos permanecer na fé.
A fé é exigente, ela não se cansa de nos testar e nos levar a provas de vida para que possamos nos aderir mais ao Senhor. Portanto ser testemunha é morrer a cada dia a cada hora para que o Senhor seja TUDO em nós.
Receba o Poder do Espírito e seja uma testemunha viva de Cristo no meio desta “geração depravada” e não se importe em dar a vida ao Senhor da forma que Ele solicitar de você.
“Orai sem cessar. Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vosso respeito à vontade de Deus em Jesus Cristo”. (ITes 5, 17-18).

Antonio Ribeiro de Castro
ComDeus – Comunidade Maria Mãe de Deus

Bibiografia

RAHM, H., Sereis Batizados no Espírito, São Paulo, Loyola, 1974.

RANAGHAN, G., Católicos Pentecostais, São Paulo, OS.Boyer, 1972.

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Recebereis a força do Espírito Santo – Traç

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O Espírito Santo e a Espiritualidade Cristã, São José dos Campos, ComDeus, 2000.

CONGAR, Yves., Creio no Espírito Santo Vol 2 – Ele é o Senhor que dá a vida, São Paulo, Paulinas, 2005.

CARRILLO, Salvador Alday, m.Sp.S, O Batismo no Espírito Santo – o Dom das Línguas, Rio de Janeiro, Louva a Deus, 1986.

BIBLIA SAGRADA. Tradução Centro Bíblico Católico. São Paulo: Ave Maria, 1991.



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