Reflexões da Liturgia Dominical
 
Reflexões da Liturgia Dominical
Reflexão 8º Domingo do Tempo Comum - Ano A - 2017
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“Se ela se esquecer, eu, porém, não me esquecerei de ti”. Temos um Deus apaixonado, um amor tão grande que se torna incompreensível, mas real e verdadeiro, pois podemos experimentá-lo, sentir e degustar este amor cheio de misericórdia que vem em socorro de nossa fraqueza (Rm 8,26). Esse amor nem sempre é correspondido, muitas vezes esquecemo-nos de quem é Deus e o que Ele pode, quer e está realizando em nossas vidas e buscamos nos escorar nas coisas do mundo buscando soluções, socorro, esperança naquilo que o mundo pode nos dar. O resultado é simples – ficamos decepcionados – mas muitas vezes entramos num emaranhado de situações que nossa vida se torna um caos. E pior, a vida passa e não nos atemos que estamos do lado errado da vida e quando descobrimos o folego apagou.

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Reflexão 7º Domingo do Tempo Comum - Ano A - 2017
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 “Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, sou santo”. A santidade, no conceito de muitas pessoas, é uma aquisição de poder que torna a pessoa um super-homem capaz de fazer prodígios no meio do povo. Certamente que somos chamados à santidade, Deus quer que sejamos santos, mas muito diferente de aquisição de poder é participação naquele que é santo. Só Deus é santo. Ser santo é mergulhar no coração de Deus para que Ele possa ser tudo em nós. Isso requer comunhão, presença, vida vivida, entrelaçada ao ponto de não poder saber onde começa um e onde termina outro. É a participação no Corpo de Cristo.

Quando São Paulo nos fala “Já não sou eu quem vivo é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20), temos a noção da vida de santidade. Vida de santidade é abandono, renuncia despojamento, entrega radical. Infelizmente nem todos estão dispostos a isso. É uma pena, pois este mundo passa...

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Reflexão 6º Domingo do Tempo Comum - Ano A - 2017
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Neste período de nossa liturgia acompanhamos as lições de vida que Jesus nos dá. Certamente com seus ensinamentos encontramos muitos que são orientações e outros que são ordens. Para o Jovem rico Jesus dá uma orientação “se queres ser perfeito”, (Mt 19,16-30). Mas neste evangelho Jesus nos dá ordens. Ainda mais, Ele toma os mandamentos da lei de Deus, que estavam sendo interpretadas de forma errada e os elevam a um nível mais profundo.

O povo de Israel foi atenuando e adaptando os mandamentos conforme suas vontades. No tocante ao quarto mandamento, que é o único acompanhado de uma promessa, (Honra teu Pai e tua Mãe para que tenha dia feliz sobre a terra) Eles elaboraram uma lei que desimpedia a pessoa de cuidar de seus pais na velhice, chamava-se – CORBAN – (Mc 7,10-14). Jesus veio para colocar os mandamentos em seus lugares com a devida interpretação, conforme a vontade do Pai – ‘dar-lhes pleno cumprimento’. Portanto, irmãos, estamos diante de uma ordem de Jesus e aperfeiçoada para que ninguém deturpe as ordens do Pai.

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Reflexão 5º Domingo do Tempo Comum - Ano A - 2017
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Na Carta aos Coríntios, São Paulo se coloca com toda humildade diante de uma comunidade que ele próprio formou e que agora se revolta contra ele. Uma comunidade dividida em partidos e que se consome em brigas e rixas. ‘Receio encontrar entre vós contendas, invejas, rixas, dissensões, calúnias, murmurações, arrogâncias e desordens’. (IICor 12,20). E explica: ‘Também a minha palavra e a minha pregação não tinham nada dos discursos persuasivos da sabedoria, mas era uma demonstração do poder do Espírito, para que a vossa fé se baseasse no poder de Deus e não na sabedoria dos homens’. Viver a fé e a vida em comunidade é um desprendimento total de si e uma busca constante de Deus. Se isso não for construído na oração pessoal e na disposição de amar o próximo até a morte de si mesmo e na luta contra nossos pecados como nos fala hebreus – ‘Ainda não tendes resistido até o sangue, na luta contra o pecado’. (Hb 12,4). Se não tivermos esta disposição não chegaremos a lugar algum. Veja a promessa de Deus na profecia de Isaías (Is 58, 7-10).

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Reflexão 4º Domingo do Tempo Comum - Ano A - 2017
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Hoje, em nossa sociedade, espalha-se uma cultura de prosperidade, de que os mais capacitados é quem sobrevivem e que a pessoa tem que ser o melhor e estar acima dos outros. Esta cultura eleva as pessoas acima de si mesmas e cria uma exuberância interior da qual se tornam egoístas, egocêntricas e individualistas. Para ter realização na vida têm que sobrepor aos outros, criando, assim, uma competição, na maioria das vezes desigual e injusta, sem respeitar o limite de cada pessoa, forçando que todas tenham as mesmas qualidades, destruindo as que não conseguem chegar ao topo da mesma forma, no mesmo modelo de competidor.

Nossa sociedade é pagã e não se importa com a Palavra de Deus e busca somente lucro e vantagens. Por isso que aqueles que querem seguir o Senhor devem ser moldados em Sua Palavra e saberem discernir o que edifica e faz da pessoa um filho agradável a Deus.

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