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Reflexões da Liturgia Dominical
 
Reflexões da Liturgia Dominical
Domingo de Ramos da Paixão do Senhor Quaresma

altEstamos começando a maior semana do ano Católico – A Semana Santa. Esta é onde se encontra alguns dos grandes mistérios de nossa fé. Nós, que pelo pecado de nossos primeiros pais, estávamos impedidos de ir para a casa do Pai, inclusive nem podíamos chamá-lo assim – Pai, pois perdemos a filiação com o pecado. Recebemos do Criador a maior graça que Deus poderia dar – seu próprio Filho, essa graça foi tão imensa que por mais que meditemos jamais iremos compreender o que é Deus enviar seu filho único, que se esvaziou de sua divindade, para assumir nossa natureza humana, que estava decaída pelo pecado e mesmo assim se colocou em nosso meio como um de nós. Esse rebaixamento do Filho de Deus foi algo tão incomensurável que Santo Agostinho diz que a obra do Filho é maior que toda a criação. Penetrar neste mistério é tocar o Céu. Saborear esta obra, este presente, esta humanidade de Cristo é ser elevado ao mais alto Céu. Temos muito que meditar, mergulhar, viver, são momentos santo, pleno de divindade.

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Reflexão 5º Domingo da Quaresma Ano B - 2015

altQue tipo de pessoa eu quero ser na eternidade? 

Neste período quaresmal, somos chamados a viver em profunda comunhão com o Senhor em todo seu mistério de salvação e somente assim chegaremos à páscoa com uma profunda comunhão com o Ressuscitado. Neste fim de semana somos orientados a refletirmos sobre o projeto do Pai de resgatar a humanidade mergulhada no pecado e impedida de ter uma relação de amor com Deus. Sabemos que após o pecado toda a natureza humana ficou banida da face de Deus, mas Deus em seu amor sempre buscou resgatar esse povo, senão de forma direta e jurídica, isto é, Deus poderia simplesmente dizer estão todos salvos e pronto toda humanidade estaria salva e sem nenhum pecado sobre a face da terra. Mas Deus sabe que isso seria uma afronta ao ser humano que decidiu afastar livremente d’Ele.


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Reflexão 4º Domingo da Quaresma Ano B - 2015

altDeus enviou o seu Filho ao mundo para que o mundo seja salvo por ele.

A luz brilhou e os homens preferiram as trevas. Olhando para a primeira leitura vemos o povo de Israel sendo levado para o Exílio da Babilônia onde ficou durante quarenta anos, isto por prevaricarem contra Deus. Assim o Rei Nabucodonosor retirou o povo de sua terra e ficaram longe do Templo, do culto e se lamentaram por longos anos chorando a ausência de Deus, mas Deus suscitou Ciro o Rei da Pérsia que foi a luz que o povo precisava. Ciro privilegiou o povo de Israel a tal ponto que o povo estava O reconhecendo como o salvador prometido por Deus. Deus sempre suscita a luz para guiar o seu povo, isto ontem, hoje e sempre.

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Reflexão 3º Domingo da Quaresma Ano B - 2015
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Destruí este templo e, em três dias eu o levantarei.

Vemos na primeira leitura Deus revelando os Dez Mandamentos, que deveria ser a Constituição de vida para o povo de Israel. Conforme Êxodo as tábuas da Lei eram duas e na Primeira estavam três mandamentos os quais se referem à relação dos homens com Deus: Amar a Deus sobre todas as coisas; Não tomar seu santo nome em vão; Guardar domingo e festas de guarda. (Formula Catequética). Na outra estava os outros sete mandamentos os quais se referem aos homens entre si e o mandamento que encabeça esta segunda tábua é o único mandamento acompanhado de uma promessa: Honra teu pai e tua mãe para que tenha dias felizes sobre a terra; Não Matar; Não pecar contra a castidade; Não furtar; Não levantar falso testemunho; Não desejar a mulher do próximo; Não cobiçar as coisas alheias.

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Reflexão 2º Domingo da Quaresma Ano B - 2015

altSua transfiguração mostra sua divindade 

Estamos na quaresma tempo forte de oração e provação, sim provação, pois todos os que querem seguir a Deus e colocar suas vidas em comunhão com Ele certamente irão passar pelos caminhos da provação de fé, pois somente assim, a fé pode crescer. É na medida da provação que mostramos qual é à força de nossa convicção de estar com Deus e servi-lo. Por isso que o caso de Abraão é um grande exemplo de fé e de amizade com Deus.

O Senhor pede que dê seu filho em sacrifício, diz para ele dirigir a um lugar, mas não dá a localização – “o monte que eu te indicar” – Impressionante, este filho de Abraão foi gerado na velhice de Sara, de uma mulher estéril, foi um milagre e agora Deus o pede em sacrifício. Importante vermos a atitude de Abraão, não tardou em ir, não arrumou desculpas, não buscou justificar, simplesmente foi, obedeceu sem questionar, simplesmente caminhou para servir a Deus em suas ordens. Mas no momento de sua ação foi interrompido. Deus viu sua atitude e por isso, passou na prova da fidelidade e da fé no Deus único e recebeu como prêmio ser o Pai de uma grande nação. Temos que aprender que a fé colocada a prova nos aproxima de Deus e Seu plano vai ser manifestado em nós.

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