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Reflexões da Liturgia Dominical
 
Reflexões da Liturgia Dominical
Reflexão 25º Domingo Tempo Comum - 2014
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“Estás com inveja por que sou Bom?”

Observando a primeira leitura e com ela temos o costume de dizer que os pensamentos de Deus são diferentes dos nossos, mas vejamos que o texto fala dos ímpios, daqueles que estão apartados da graça e assim tem os pensamentos puramente humanos com visão extremamente material e chegam a serem injustos e egoístas em seus pensamentos e ações, por isso Deus os chamam a conversão. Certamente, para que os nossos pensamentos sejam iguais aos de Deus temos que viver uma vida de total intimidade no Espírito Santo, pois a misericórdia de Deus chega até nós pela nossa busca de seu amor. Se estivermos pensando coisas desagradáveis a Deus é por que falta em nós a presença do Espírito de Deus.

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Festa Exaltação da Santa Cruz
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Foi pela Cruz que fomos salvos.

Somos seres humanos e toda nossa vida é marcada por símbolos e sinais e não sabemos outra forma de nos comunicar, de aprender, de ensinar, enfim de qualquer coisa que façamos que não estejam contidos em símbolos e sinais. Veja bem – o Alfabeto – não são símbolos que representam valores que conjugados de forma harmônica nos dá entendimento a aquilo que quer se expressar? Como faço agora? A própria fala não são símbolos que foneticamente nos dá entendimentos através de códigos a que entendemos o outro? E se uma pessoa fala em língua que não conhecemos os códigos, nada entendemos?  Pois bem nossa vida é carregada de símbolos e sinais e não podemos ficar longe deles, pois é pelos sentidos que conseguimos nos entender e realizar as coisas da vida.

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Reflexão 23º Domingo Tempo Comum - 2014
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Somos implantadores do Reino.

Fomos criados a “Imagem e Semelhança” de Deus (Gn 1,26; 2,7). Muitas vezes imaginamos que Deus nos criou como um artista retira do bloco de mármore a escultura que estava em sua mente, mas não é assim o caso de Deus. Deus cria o Ser imprimindo nele tudo o que Ele é. Somente que, no ato de criar, nos dá uma participação finita de seu ser, mas com isso o ser humano participa de sua pessoa e é chamado a viver em plena comunhão com ele. Isto aconteceu com nossos primeiros pais antes do pecado. Certamente que o pecado destruiu essa comunhão, mas Deus enviou seu filho que, ao assumir nossa natureza, resgatou nossa antiga condição. Com o sacrifício de Jesus fomos libertos do pecado, mas não só, também nos restituiu a possibilidade de termos uma relação de amizade com o Pai, assim, em Jesus e pela força do Espírito Santo em nós nos podemos nos relacionar com o Pai e voltarmos a uma comunhão de amor ao ponto de, o Espírito Santo, nos deificar, santificar nos tornando parecidos com Jesus. O Filho por excelência do Pai.

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Reflexão 22º Domingo Tempo Comum - 2014
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O que temos feito para conquistar o Céu?

Você já se perguntou - Por que Deus me criou? Qual foi Seu propósito? Será que viemos no mundo apenas como mais um e que estamos aqui para trabalhar, passar por dificuldades, enfrentar problemas, lutar para sobreviver, fazer um monte de coisas que não queríamos fazer e depois morrer. Puxa! Que vida horrível. Nem vale a pena viver, se assim for. Mas nossa existência não é uma consequência natural fruto de uma bola que gira e as coisas acontecem independentes de quem a impulsiona. Fomos desejados por Deus desde toda eternidade para estarmos no aqui e agora de nosso tempo e para realizar uma missão. Todos nós temos uma missão a realizar neste mundo. Já descobriu a sua? Você sabe qual é a sua missão? Fique sabendo que é o que você faz e é a vida que você tem, mas talvez precise de alguns ajustes de rota. Só realizaremos verdadeiramente nossa missão se estivermos conduzidos pelo Espírito Santo e para isso precisamos estar mergulhados em uma vida de oração.

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Reflexão 21º Domingo Tempo Comum - 2014
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Reflexão Dominical - Nossa vocação é ser Católico.

Somos convidados neste final de semana a refletir sobre a Igreja, sim sobre a Igreja, pois falar de Pedro e de sua vocação é falar da Igreja que Cristo instituiu neste mundo. Certamente que o Pai desde toda eternidade quis criar um povo que o conhecesse e o servisse e toda a criação foi feita para que os homens, criados a imagem e semelhança, pudessem livremente comungar das coisas do alto, mas o pecado impediu que houvesse esta comunhão, mas nem por isso Deus desistiu de nós. Certo dia chamou um homem, se revelou a ele mostrando que toda criação foi realizada por um Deus, somente um, o criador de todas as coisas, este homem acreditou naquela revelação e caminhou em sua fé e Deus o constituiu pai de um povo – o povo de Deus. Aqui já nasce a Igreja. A palavra Igreja vem de Ekklésia que quer dizer: Chamar de fora, convocação. Pois bem é somente Deus que convoca a cada pessoa a participar de “sua” Igreja. Assim fez com Abraão e com sua descendência.

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