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Reflexões da Liturgia Dominical
 
Reflexões da Liturgia Dominical
Domingo de Ramos da Paixão do Senhor - Quaresma
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Depois de percorridos os 40 dias de quaresma em que nos preparamos na reflexão, na penitência, no jejum buscando em nosso dia um tempo de reflexão e oração na busca da intimidade com Nosso Senhor. Agora nos colocamos diante do maior mistério de nossa fé e entramos na celebração da maior semana de nosso ano – a Semana Santa – Aqui está nosso maior mistério - Deus que se encarna se tornando um de nós para nos resgatar do pecado e da morte com sua paixão, morte e ressurreição.

Ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz. Este Mistério deve ser pensado, refletido e saboreado em nível mais profundo possível. Diante do pecado de nossos primeiros pais Deus tomou uma posição de salvar seu povo. Isto Deus poderia ter feito de várias formas, mas escolheu a forma mais difícil, mas a que Ele demonstraria a profundidade de seu amor. Assim Ele quis que seu único filho assumisse nossa condição de vida e nos salvasse a partir de nossa humanidade.

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5º Domingo Quaresma
altEstamos nos aproximando da Páscoa e a Igreja nos convida a refletir sobre o Cristo que vem para trazer uma vida nova a seu povo, vida esta que podemos sentir seu poder neste episódio com Lázaro e sua Família. Podemos até ter como tema principal de nossa liturgia: “Porei em vós o meu Espírito, para que vivais”, conforme a primeira leitura. É pelo Espírito de Deus que recebemos a graça de conhecer, experimentar, reconhecer e ser transformado em seu amor. Assim vemos este grande acontecimento em Betânia em que o narrador do texto soube alinhavar o acontecimento nos mostrando a obra de Jesus e seu poder salvador. “Se creres verás a glória de Deus”.
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4º Domingo Quaresma
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Nosso evangelho, hoje, é bem longo e de uma situação bastante incomum para o povo daquele tempo. Jesus cura um cego de nascença. Bem para nós não tem nenhuma dificuldade em acreditar, mas para aquele povo as coisas eram diferentes. A religião pregada pelos mestres da lei e pelos sacerdotes era a questão do “puro e do impuro” que desde a época de Esdras fazia parte da fé deste povo. Então os pobres, os enfermos, os órfãos, as viúvas eram tidos como pecadores e que não tinham a graça de Deus, eram excluídos de Deus. Por isso que os discípulos perguntam a Jesus quem foi que pecou o “cego ou seus pais”. E também Jesus, que era pobre, não podia ter as bênçãos de Deus, nem ser profeta e muito menos um fazedor de milagres. Importante que o texto mostra Jesus simplesmente curando em um dia de sábado, que era errado conforme a lei criada pelos Judeus, usando barro e mandando lavar na piscina de Siloé (era um reservatório de água da cidade). Mas como Jesus disse - este cego assim estava para manifestar a glória de Deus e isso aconteceu nesta grande confusão.

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3º Domingo Quaresma
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Estamos caminhando no espírito quaresmal na busca da conversão á partir da penitência, oração e a esmola conforme o próprio Senhor nos indica no evangelho de Mateus (Mt 6, 1-18) e nesta liturgia do terceiro domingo da quaresma somos convidados a mergulhar no convite do Senhor a sermos verdadeiros adoradores em Espírito e verdade, pois é isso que o Pai deseja. Mas está chegando a hora, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e verdade. De fato, estes são os adoradores que o Pai procura”.

Esta cena do encontro de Jesus com a Samaritana é na verdade o encontro de Deus com o povo estrangeiro que não era aceito pelos Judeus como irmãos. Os Judeus não se davam com os Samaritanos por motivo de uma miscigenação da raça ao ponto de perderam a linhagem do povo de Israel com a invasão da Assíria em 790 a.C. na região do Norte. Era uma situação desgastante em que estes Samaritanos se viam excluído da fé no Deus de Abraão, mas que moravam nas terras da Palestina. No relato parece que Jesus não se importa com essa situação e muito pelo contrário vai até o poço sozinho e inicia uma conversa com uma mulher, o que não é comum naquele tempo, e ainda mais uma Samaritana, importante que o nome da mulher não importa na cena, sim por que ela representa todo povo samaritano e no relato Jesus diz que ela teve cinco maridos e que o que tem agora não é seu. Isto representa os cinco templos pagãos que tinham e que naquele momento ainda tinha um templo que não era o que Deus queria para eles. Diante desta revelação e Jesus oferecendo uma “nova água”, não aquela água trazida por cultos pagãos, mas uma nova água que é sua doutrina e com Sua pessoa como cumprimento das promessas do Pai como o Messias esperado. Esta Mulher (o povo Samaritano) se joga diante do Senhor e aceita essa nova água e o recebe como o Salvador esperado. Estes são os verdadeiros adoradores que o Pai procura.

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2º Domingo Quaresma
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Estamos na quaresma, tempo de reflexão e penitência, onde olhamos para as dores de Cristo em sua Paixão e Morte para a nossa Salvação, mas nem tudo na quaresma gravita em torno do sacrifício, porque não podemos esquecer-nos de quem é Jesus - Ele é o próprio Deus encarnado que “aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhou-se aos homens”. (Fil 2, 7). Portanto neste episódio da transfiguração, Jesus apresenta a sua glória, nos dá a conhecer quem Ele é. Na verdade a vida de Jesus neste mundo deveria ser constantemente assim – um homem transfigurado de glória. Por isso que quando Paulo fala que Ele “aniquilou” é que este aniquilamento foi total, sem nenhuma reserva para ser igual a nós em tudo, exceto no pecado. Na transfiguração além de vermos a glória de Deus, em Jesus, sendo apresentado aos apóstolos presentes, vemos também Moisés e Elias como os grandes representantes do Antigo Testamento, um sendo o portador da Lei e o outro o portador do fogo de Deus, saudando Jesus e como que entregando todo o Antigo Testamento em suas mãos. Neste momento sublime encontramos o ápice da transfiguração com a Teofania, a presença de Deus Pai que proclama quem é seu Filho e a nuvem, que representa a presença do Espírito Santo que realiza todo aquele encontro. É um momento da manifestação da glória de Deus para que os homens vejam quem é seu Criador, Senhor e Santificador. O Deus três vezes Santo se apresenta a sua criatura e lhes dá a experimentar sua glória e os que foram escolhidos para representar toda a humanidade neste momento – Pedro, Tiago e João.

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