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Reflexões da Liturgia Dominical
 
Reflexões da Liturgia Dominical
Reflexão 18º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 2016
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Estamos em uma sociedade capitalista que nos impulsiona a todo o momento a ter, ter e ter, sempre mais ter. E sempre motivados à busca de ter mais, as pessoas nem pensam, somente querem ter... E o mais novo. O último lançamento. E quem adquiriu o mais recente lançamento é melhor que o outro. E nesta competição selvagem a pessoa é medida pela sociedade pelo que possui. Assim vemos cada pessoa, cada família. E nesta selvagem luta de ter as pessoas são concorrentes e uns querem passar por cima dos outros de todas as formas. Assim, tudo se torna relativo... a verdade é o que me interessa, a moral e a ética são frutos das minhas vontades naquilo que quero neste momento para a minha vida. Desta forma o outro só me importa se ele tem algo a me favorecer e as relações tornam-se circunstanciais, porque o que está em jogo são os meus interesses.

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Reflexão 17º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 2016
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A pessoa de Abraão, além de ser nosso pai na fé, é um exemplo maravilhoso de relacionamento com Deus. Vê-se em Abraão um homem maduro em sua fé, que dialoga com Deus em uma grande intimidade, mas sem exceder de sua posição de servo. É uma pessoa que conhece seu lugar, mas se atreve a ser um intercessor e se colocar a favor dos outros com uma suprema humildade e uma notória ousadia. Realmente é um exemplo e ao mesmo tempo a base de toda a fé. Temos uma base firme. De uma grandeza que sustenta toda a fé que vem depois dele. Quando Deus promete uma descendência como as estrelas do céu (Gn 15,5), realmente Deus sabe em quem pôs sua confiança.

Abraão almejou, mas não viu a vinda do salvador, mas certamente o Espírito Santo agia nele como uma força e o levava a comungar com Deus em sua intimidade. Agora! Nós estamos no tempo do Espírito Santo que Cristo conquistou na Cruz e somos agraciados com o Batismo que nos configura a Cristo em sua morte e nos ressuscita para uma vida nova. Temos muito mais que Abraão, então o que falta para temos a intimidade que Abraão tinha?

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Reflexão 16º Domingo do Tempo Comum – Ano C – 2016
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A visão dos três anjos visitando Abraão próximo ao carvalho de Mambré é algo maravilhoso. Vejamos bem esta cena: Os três homens, são anjos de Deus, que vem até Abraão que, em nossa visão hoje, representa a Santíssima Trindade. Uma visita divina e Abraão percebe quem são os visitantes e os trata com a maior presteza oferecendo o que de melhor pode lhes dar, diante de uma súplica: “Meu Senhor, se ganhei tua amizade, peço-te que não prossigas viagem, sem parar junto a mim, teu servo”. Refletir sobre esta visita nos faz inebriar com a presença de Deus junto de Abraão, mas nós temos muito mais que Abraão! Este e o pai de nossa fé, mas não tinha a salvação como nós temos hoje com Jesus Cristo e ele também não era possuidor da presença do Espírito Santo como nós o temos hoje como presença. Então o Senhor não só nos visita como somos templos do Espírito Santo. O que falta? Intimidade? Docilidade? Dedicação de tempo de oração pessoal? A busca de uma vida mística? Certamente tudo isso e muito mais – Um desejo ardente de estar em comunhão profunda com nosso Senhor e experimentar seus carinhos.

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Solenidade de São Pedro e São Paulo Apóstolos - Tempo Comum - Ano C - 2016
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Nossos dois pilares. O Primeiro chefe da Igreja e o implantador de comunidades e pelo qual estamos aqui, hoje, como Católicos. Pedro, escolhido por Jesus para comandar a Igreja nascente e o qual, não vemos, em todo Novo Testamento, qualquer menção de dúvida por parte de qualquer personagem da Igreja Primitiva, em relação a seu poder. Sempre honrado e respeitado e na obediência subordinados ao seu comando. De outro lado vemos Paulo, o pregador dos gentios – “A saber: que os gentios são co-herdeiros conosco (que somos judeus), são membros do mesmo corpo e participantes da promessa em Jesus Cristo pelo Evangelho”. (Ef 3,6). Paulo rompeu com o costume judaico da circuncisão, que era uma lei, em que todos os homens deveriam ser circuncidados e no caso dos gentios, deveriam aceitar o judaísmo e se tornarem prosélitos para depois serem batizados. Paulo percebeu que a lei antiga havia passado e agora era uma nova lei – “Assim a lei se nos tornou pedagogo encarregado de levar-nos a Cristo, para sermos justificados pela fé. Mas depois que veio a fé, já não dependemos de pedagogo”. (Gl 3, 24-25). E por isso o cristianismo não ficou submisso ao judaísmo, se assim ficasse o cristianismo seria uma seita judaica e iria desaparecer.

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13º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 2016
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Estamos refletindo, este ano, sobre o evangelho de Lucas. Nele vemos de um lado Jesus sempre a caminho e de outro Jesus orante, aquele que sempre está em comunhão com o Pai. Neste final de semana somos convidados a refletir sobre a vocação, aqueles que recebem de Deus um chamado especial de se colocar a serviço do evangelho, mas este chamado é para todos os Batizados. Deus sempre irá capacitar seus filhos para continuar a obra que Jesus iniciou – A implantação do Reino de Deus no mundo. São Paulo nos fala para nos deixarmos conduzir pelo Espírito, pois somente assim poderemos vencer a concupiscência “Pois a carne tem desejos contra o espírito”; certamente esta “carne” que São Paulo nos fala não é a matéria em si, mas o pecado que se manifesta através da pessoa humana. E só poderemos vencer os obstáculos da vida, para seguirmos a Cristo, se formos conduzidos pelo Espírito Santo. Somente Ele pode nos desvencilhar das coisas do mundo – egoísmo, hedonismo, apego exagerado às coisas materiais, dúvidas, crises, abandono em Deus... Do contrário jamais sairemos do lugar e seguiremos o que a sociedade nos dita como certo, como padrão e seremos enjaulados nos critérios do mundo.

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