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Reflexões da Liturgia Dominical
 
Reflexões da Liturgia Dominical
Solenidade da Santíssima Trindade - Tempo Comum - Ano C - 2016
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Celebramos a festa da Santíssima Trindade, o maior dogma de nossa fé. O Pai se revela desde o Antigo Testamento como o criador de todas as coisas e como Pai no sentido amplo – como criador. Como toda revelação é um processo, o qual chamamos de “Economia da Salvação”, a SSma Trindade foi revelada definitivamente pela pessoa de Jesus Cristo. Certamente que vemos a manifestação da Trindade no Antigo Testamento como em Provérbios (primeira leitura), mas estavam ocultos aos olhos dos homens, pois estes ainda não estavam preparados para tal revelação. Quem nos revela a SSma Trindade é Jesus, que fala do Pai como Seu Pai – “Eu e o Pai somos um” (Jo 10,30); “Quem me vê, vê o Pai” (Jo 14, 9); “Meu Pai trabalha e Eu também”. E também revela o Espírito Santo – Vou para o Pai, mas deixarei a vós outro Paráclito o Espírito Santo (Jo 14, 26). 

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Domingo de Pentecostes - Ano C - 2016
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Esta festa, que ora celebramos, marca o nascimento da Igreja. É com a vinda do Espírito Santo que nossa Igreja inicia a missão de Evangelizar “até o fim do mundo” (At 1,8). Importante percebermos que assim como o Verbo se rebaixou aniquilando-se de sua condição divina (Fl 2,7), a pessoa do Espírito Santo também se aniquilou e se rebaixou para habitar em nosso meio e em nós, para nos santificar.

A vinda do Espírito Santo é a manifestação de Deus no coração do homem. Com o Batismo, recebemos esta presença, e com ela somos ornamentados com Graças e Dons e participamos dos bens espirituais que Cristo conquistou na Cruz. Por isso que com a presença do Espírito recebemos a “graça santificante”, que é a capacidade de entendermos e participamos das realidades Divinas. O Espírito Santo se manifesta como DOM transformador, restaurador, impulsionador e nos capacita a entramos na glória, glória esta que se manifesta em nossa vida aqui na terra. É a ascese espiritual que nos leva à “Vida no Espírito”, proporcionando, a cada batizado, a possibilidade de uma “Vida Mística”. Esta vida está ao alcance de todos que queiram se entregar ao Consolo do Espírito e com Ele mergulhar na vida espiritual.

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Reflexão da Ascensão do Senhor - Páscoa
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Festejamos a Ascensão do Senhor. O Verbo assume a natureza humana, se faz um de nós, realiza a redenção da humanidade com Seu Sangue, vence a morte e Satanás com sua Ressurreição, sobe ao Céu e está glorificado à direita do Pai. Hoje temos um homem caminhando no Céu, nossa natureza humana que estava rebaixada pelo pecado e com isso à morte eterna agora se encontra no Céu. Assim, aonde um de nós chegou todos podemos chegar! Por isso que Jesus é o Caminho a Verdade e a vida, pois resgatou para nós a vida perdida pelos nossos primeiros pais.

Celebrar esta Ascensão é celebrar a nossa glorificação. Em Jesus podemos alcançar o Céu e vivermos a vida bem aventurada diante de Deus Trindade, de Maria, dos Santos, dos Anjos. Agora está tudo em nossas mãos, não nos falta nada, somente a vontade de chegar ao Céu e lutar com todas as forças – Oração pessoal, jejum, penitência, esmola, obras de caridade – Enfim, viver uma vida de caridade em comunhão com os necessitados.

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Reflexão 6º Domingo da Páscoa - Ano C - 2016
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A primeira leitura é riquíssima, no tocante a história do Cristianismo, que vale a pena abordar tais assuntos. Nós estamos, nesta passagem, no período apostólico em que vemos muito Judeus, que se converteram às propostas de Jesus, e assumiram o Cristianismo, mas para esses a lei do Antigo Testamento ainda tinha que ser respeitada e, portanto os pagãos que quisessem ser batizado, isto é, aceitar Jesus como seu salvador, tinham que ser circuncidados, tornando-se, assim, um Prosélito, para depois receber o Batismo. Estes Judeus eram chamados de Judaizantes. São Paulo percebeu logo que a Boa Nova de Jesus não tinha continuidade com as leis judaicas e que os pagãos deveriam receber o batismo sem a circuncisão. Isto foi uma novidade e uma mudança radical que mesmo os Apóstolos não estavam preparados, visto que Pedro só se convenceu após uma visão (At 11) e indo à casa de Cornélio. Mas essas mudanças causaram tantos problemas que enviaram Paulo e Barnabé a Jerusalém para conversar com os Apóstolos. Lá estavam os líderes da Igreja: Pedro, João, Tiago acompanhados de outros anciãos da Igreja nascente. 

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Reflexão 4º Domingo da Páscoa - Ano C - 2016
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O Senhor é o Bom Pastor. As ovelhas conhecem a voz de seu Pastor e elas jamais se perderão. Isso é muito importante para cada um de nós. Mas será que sabemos ouvir a voz de nosso Pastor? Será que as vozes do mundo não nos afetam ao ponto de concordarmos com muitas coisas que divergem de Nosso Senhor? São João nos fala: “Porque tudo o que há no mundo - a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida - não procedem do Pai, mas do mundo”. (I Jo 2, 16). Não podemos esquecer que o pecado faz parte de nossa vida e seguir Jesus é radicalizar a própria vida e defender a Palavra do Senhor.

Como vemos em Atos, Paulo e Silas buscam evangelizar conforme a Palavra do Senhor – leves a salvação até os confins da terra”. Foram mal entendidos pelos Judeus que procuraram prejudica-los e coloca-los para fora de seus territórios. O problema é que nem sempre as pessoas estão preparadas para ouvir as verdades de Deus e se acham donas da verdade. Quantas vezes isto não acontece em nossas comunidades e geram intrigas, perseguições, calúnias, e até afastamento de “certas” pessoas, que não comungam com os nossos interesses. 

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