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Reflexões da Liturgia Dominical
 
Reflexões da Liturgia Dominical
Reflexão 4º Domingo da Páscoa Ano B - 2015

alt“Vede que grande presente de amor o Pai nos deu:de sermos chamados filhos de Deus!”. Irmãos e irmãs, celebrar a Páscoa é rejubilar neste presente de Deus Pai. Perdemos esta filiação com o pecado de nossos primeiros pais e agora Jesus recupera para nós, nos fazendo filhos adotivos, tudo isso por um amor infinito do Pai que enviou seu Filho para nos resgatar da perdição eterna. Somos as mais felizes das criaturas, nossa alegria e deveria ultrapassar a dos Anjos por que Deus usou de misericórdia para conosco e manifestou a grandeza de seu amor em nos dar seu Único Filho para a nossa salvação. Por isso que o Apóstolo Pedro diz: “Em nenhum outro há salvação, pois não existe debaixo do céu outro nome dado aos homens pelo qual possamos ser salvos”. Aleluia! Rejubile de alegria, exulte seu coração. O Pai escolheu você para participar desta alegria e quis se revelar a você para que participasse desta verdade de amor. Fique sabendo que você foi escolhido para receber esta salvação e foi o Pai que te escolheu e Ele fez isso somente porque quis.“Ninguém pode vir a mim,se o Pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia”. (Jo 6,44). Duas grandes garantias: Fomos escolhidos pelo Pai e ressuscitaremos em Cristo no último dia. É felicidade ou não?!

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Reflexão 3º Domingo da Páscoa Ano B - 2015
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Vem Senhor Ressuscitado e nos converta... 

Estamos no Tempo Pascal e com esse tempo refletimos sobre o evento da Ressurreição de Jesus e sua relação com a comunidade nascente que, impulsionado pelo Espírito Santo inicia o anúncio do Ressuscitado levando o povo à conversão com prodígios e milagres. Agora são os Apóstolos os realizadores dos prodígios com uma grande diferença: Jesus realizava em seu nome e os Apóstolos realizam em nome do Senhor Jesus.

Uma palavra em grego que define bem as realizações dos Apóstolos é “Paresia”, esta significa: Ousadia, audácia, destemor, força, poder, enfim os Apóstolos não tinham mais medo dos chefes do Judaísmo e das autoridades Romanas. Pregavam com autoridade e faziam milagres que comprovavam suas pregações e o nome de Jesus ia transformando os corações e os que acreditavam no Senhor só cresciam. Pedro cheio do Espírito Santo diz com audácia: eu sei que vós agistes por ignorância, assim como vossos chefes”, e os chama a conversão. É a Igreja nascente com a força do Espírito Santo. Puxa!

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Reflexão 2º Domingo da Páscoa Ano B - 2015

altEste segundo domingo da Páscoa foi determinado pelo São João Paulo II o domingo da misericórdia, dia em que a Igreja marca em sua liturgia a presença do ressuscitado junto a seus Apóstolos onde Jesus se apresenta de forma espetacular sopra sobre eles o Espírito Santo e dá a Igreja o primeiro e maior dom – a Misericórdia – Sim, esta misericórdia foi dada a Igreja com o poder de perdoar os pecados: A quem perdoardes os pecados eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”. Nossa Igreja tem o poder de Deus, de forma que não deixa dúvida no fiel, se foi ou não perdoado de seus pecados, Deus não queria que esse perdão ficasse somente no âmbito da consciência, mas que tivéssemos a certeza do perdão pelo amor misericordioso de Deus. Por isso que o primeiro poder que Jesus dá, claramente, a sua Igreja, foi o de manifestar a Sua Misericórdia. A palavra “Sacramento” quer dizer “sinal”, mas não simplesmente um símbolo e sim um sinal palpável, pois o sacramento opera aquilo o que diz, através da fórmula e da matéria.

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Reflexão Domingo de Páscoa Ano B - 2015

alt“Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto...”.

Já ressuscitamos com Cristo no Batismo, portanto nossa busca em tudo o que fizermos será, sempre, a busca das “coisas do alto”. Deus se fez homem para nos dar esta vida – A eternidade feliz junto com o Pai – E nossa celebração da Páscoa não é um olhar para o passado, mas a celebração do Cristo Ressuscitado no hoje de nossa história, assim a palavra de Paulo é o fundamento de nossa fé – “Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus”. Fomos resgatados por Cristo Ressuscitado e assim temos uma nova vida. Mas será que a nossa vida expressa isso? Será que nossas atitudes, nosso modo de ser, falar, se portar diante da sociedade é tão diferente que as pessoas notam e comentam, criticam? Ou temos uma vida tão normal quanto aqueles que estão longe do caminho de Deus que não se vê a diferença? Como iremos proclamar o Cristo Ressuscitado se em nossa vida não trazemos as marcas de Cristo? (Gl 6, 17).

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Domingo de Ramos da Paixão do Senhor Quaresma

altEstamos começando a maior semana do ano Católico – A Semana Santa. Esta é onde se encontra alguns dos grandes mistérios de nossa fé. Nós, que pelo pecado de nossos primeiros pais, estávamos impedidos de ir para a casa do Pai, inclusive nem podíamos chamá-lo assim – Pai, pois perdemos a filiação com o pecado. Recebemos do Criador a maior graça que Deus poderia dar – seu próprio Filho, essa graça foi tão imensa que por mais que meditemos jamais iremos compreender o que é Deus enviar seu filho único, que se esvaziou de sua divindade, para assumir nossa natureza humana, que estava decaída pelo pecado e mesmo assim se colocou em nosso meio como um de nós. Esse rebaixamento do Filho de Deus foi algo tão incomensurável que Santo Agostinho diz que a obra do Filho é maior que toda a criação. Penetrar neste mistério é tocar o Céu. Saborear esta obra, este presente, esta humanidade de Cristo é ser elevado ao mais alto Céu. Temos muito que meditar, mergulhar, viver, são momentos santo, pleno de divindade.

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