Reflexões da Liturgia Dominical
 
Reflexões da Liturgia Dominical
Reflexão 4º Domingo da Quaresma - Ano A - 2017

altO cego foi, lavou-se e voltou enxergando.

O homem vê as aparências, mas o Senhor olha o coração”. A Quaresma é tempo de reflexão, principalmente das verdades que muitas vezes nos esquivamos em meditá-las. Deus olha o nosso coração, o lugar mais secreto de nosso interior e perscruta todas as nossas misérias, as mais escondidas, aquelas que ninguém pode tocar e que ninguém conhece. Se é desta forma. Qual está sendo nosso comportamento interior de nos colocarmos diante de Deus? Somos autênticos com o Senhor ou ficamos procurando meios de justificar o injustificável? E em relação às outras pessoas. Procuro olhá-las com os olhos de Deus (ver o coração) ou fico olhando as aparências e as colocando em uma medida apertada que nem uso para medir a mim mesmo? Tempo de reflexão, tempo de amar e servir com caridade o próximo e procurarmos ser o mais transparente conosco mesmo e com Deus.

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Reflexão 3º Domingo da Quaresma - Ano A -2017

altUma fonte de água que jorra para a vida eterna.

“O Senhor está no meio de nós, ou não?”. Essa pergunta, mesmo que não espontaneamente muitas vezes dizemos em nossos gestos quando esperamos de Deus uma ação e Ele não corresponde as nossas aspirações. Muitas vezes reclamamos que falta algo e esquecemos o que Ele já realizou em nossas vidas a começar pela própria existência. Mas muitas vezes estamos sedentos de uma “água” que não trará saciedade e logo estaremos necessitando de outra e outra e outra e assim ficamos insatisfeitos e sempre procurando “coisas” que possam amenizar nossa necessidade. E vejamos bem que o esforço é cruel porque nos debatemos, lutamos e estamos sempre insatisfeitos com tudo que temos.

A Samaritana estava indo aquele poço diariamente e sua sede nunca era saciada. Vemos que sua vida não era das melhores – já teve cinco maridos – sinal de muitos problemas e dificuldades. Pelo jeito nada estava saciando sua vida. Assim também pode ser conosco ficamos na periferia de nossa fé e não mergulhamos no mar de água viva que Jesus tem para nós. São Paulo nos diz que fomos “justificados” e na qual “estamos firmes e nos gloriamos, na esperança da glória de Deus”. Mas por que isto não se realiza plenamente em nós? Será que a água viva não nos alcançou? Será que nossa vida será sempre uma busca de algo que não sacia? Devemos dar um passo na fé. A Samaritana teve coragem, mesmo diante da revelação de sua vida fútil, desejou beber da água que jorra para vida eterna.

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Reflexão 2º Domingo da Quaresma - Ano A - 2017
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Estamos no período quaresmal, tempo de intensificar a oração pessoal, as penitências e a vida de caridade. Não fiquemos distraídos durante este período, mas empenhemos a procurar uma vida mais íntima com Deus. Este é um forte tempo de graças, aproveitemos e celebraremos a Páscoa com muito mais ardor.

Hoje somos convidados a refletir sobre nossa vocação. Deus chamou Abraão e fez dele o Pai de todos nós, cristãos. Isso mesmo! Não só do povo de Israel, mas também de nós, pois Jesus é da descendência de Abraão e nós somos renascidos em Cristo. Mas Deus o chamou, retirou de sua terra e mostrou a ele o que ninguém havia percebido: “O criador de todas as coisas é um só Deus – Deus único”. Com essa verdade o povo de Israel viveu durante 600 anos até a chegada de Moisés com a Lei. Vejamos o que é uma vocação: Certamente é um chamado e com ele uma revelação. Chamado e revelação que impulsionam numa caminhada sem volta, sem trégua, um impulso na medida da missão. É isso mesmo! Para cada tipo de missão Deus dá à pessoa a medida de sua glória.

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Reflexão 1º Domingo da Quaresma - Ano A - 2017
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Estamos no tempo forte de nossa fé, tempo de reflexão, oração, meditação e penitência. Tempo de viver as dores de Cristo meditando sobre sua paixão e morte. O Verbo que se encarna, assumindo nossa humanidade para nos resgatar da morte eterna a partir de nossa humanidade. Sejamos sábios para viver este tempo e experimentar o amor misericordioso de Deus, que tudo fez para nossa salvação.

Quando vemos o relato de Gênesis sobre a criação, o homem sendo criado semelhante ao seu criador e chamado a viver uma vida íntima de comunhão com Ele, percebemos que neste contexto o homem viveria sua existência em comunhão plena com seu criador. Este relato da criação é muito sábio, com certeza, quando coloca que foi pela tentação, algo que vem de fora, que nossos primeiros pais romperam a amizade com criador. De outra forma, jamais o homem, por si, faria isso, pois estava em comunhão plena com seu criador. O homem poderia comer de todos os frutos das árvores do Jardim, isto é, toda estrutura de conhecimento – física, matemática, astronomia, medicina, etc. - Mas não do conhecimento do bem e do mal, pois lhe tiraria a vida. E isto se deu.

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Reflexão 8º Domingo do Tempo Comum - Ano A - 2017
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“Se ela se esquecer, eu, porém, não me esquecerei de ti”. Temos um Deus apaixonado, um amor tão grande que se torna incompreensível, mas real e verdadeiro, pois podemos experimentá-lo, sentir e degustar este amor cheio de misericórdia que vem em socorro de nossa fraqueza (Rm 8,26). Esse amor nem sempre é correspondido, muitas vezes esquecemo-nos de quem é Deus e o que Ele pode, quer e está realizando em nossas vidas e buscamos nos escorar nas coisas do mundo buscando soluções, socorro, esperança naquilo que o mundo pode nos dar. O resultado é simples – ficamos decepcionados – mas muitas vezes entramos num emaranhado de situações que nossa vida se torna um caos. E pior, a vida passa e não nos atemos que estamos do lado errado da vida e quando descobrimos o folego apagou.

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