Reflexões da Liturgia Dominical
 
Reflexões da Liturgia Dominical
Reflexão 2º Domingo do Tempo Comum - Ano A - 2017
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Estamos iniciando o primeiro período do Tempo Comum em nossa liturgia. Neste tempo iremos refletir sobre os feitos de Jesus com seus ensinamentos e milagres, é o tempo da vida pública de Jesus, que durou mais ou menos três anos. O marco inicial de sua vida de pregador e instaurador do Reino de Deus se dá com seu Batismo no rio Jordão, onde João Batista realizava seu ministério de batizar para a conversão. Este João é o precursor, a voz que clama no deserto (Mt 3,3). Jesus chega a dizer que: “entre os filhos das mulheres, não surgiu outro maior que João Batista. No entanto, o menor no Reino dos céus é maior do que ele”. (Mt 11,11).

Neste momento, do Batismo de Jesus, acontece uma Teofania – que é a manifestação da Santíssima Trindade – O Pai se manifesta com sua voz, audível a João: “Eis meu Filho muito amado em quem ponho minha afeição”. (Mt 3, 17). O Espírito Santo em forma de uma pomba e o Verbo de Deus que se fez carne e habitou em nosso meio. (Jo 1, 14). Este marco do início da vida publica de Jesus, nos traz a alegria da presença de Deus em nosso meio com a nossa feição, com nosso jeito de ser. 

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Reflexão 3º Domingo do Advento - Ano A - 2016
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Estamos na espera daquele que há de vir. “Estamos nos últimos dias” (Ap 12, 12). Certamente! Após a vinda de Jesus e a instalação de Seu Reino, nada mais falta que sua volta para colocar o fim na ação do Demônio sobre a terra e fazer “um novo Céu e uma nova Terra” (Ap 21, 1-15). Essa é a promessa de Jesus em restaurar a criação, que foi submetida ao pecado por vontade daquele que a sujeitou” (Rm 8,20). Portanto nos resta a “Esperança”, não uma espera na dúvida ou na incerteza, mas na alegria de que este mundo será restaurado em sua situação inicial. Por isso este tempo, em que somos convidados pela liturgia de nossa Igreja a refletir sobre o Senhor que vem, estamos visualizando duas grandes verdades – Ele que veio na manjedoura em Belém e que voltará para concluir sua obra.

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Reflexão 34º Domingo - Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo - Ano C - 2016
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Estamos no final de nosso Ano Litúrgico. É o fim de ano católico ou de nossa liturgia e na próxima semana se inicia nosso ano novo, com o período do advento. Neste final de ano nossa liturgia nos leva a refletir sobre a pessoa de Jesus como o rei do universo. Jesus resgatou o mundo decaído pelo pecado, pecado este cometido pelos primeiros pais e que nos afastaram definitivamente de Deus e trouxeram a ruina para todo ser humano e para todo o universo material. O Verbo de Deus, o filho único de Deus, aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-se aos homens”. (Fl 2,7), tomou nossa condição humana para que, a partir de nós, ele pudesse nos libertar da morte eterna.

Hoje estamos na espera do Senhor, que virá para colocar um fim em toda a iniquidade, todo o pecado, e restaurar o mundo decaído, por isso que, ao final de nosso tempo litúrgico, celebramos o Cristo Rei do Universo, pois tudo pertence a Ele! Com sua vitória sobre o mal se tornou dono de tudo e estamos aguardando sua volta para retirar definitivamente o Mal de todo universo. Neste sentido, entra a percepção de um dos condenados que foi crucificado junto com Jesus – Dimas – este percebeu quem era Jesus e o proclamou Rei – “Jesus, lembra-te de mim, quando entrares no teu reinado”.

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Reflexão 33º Domingo do Tempo Comum - Ano C - 2016
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Estamos nos aproximando do final do tempo litúrgico, e neste período as leituras nos levam a refletir sobre o fim dos tempos. Muitas vezes queremos ignorar, ou, pelo menos, nos disfarçar em relação a este futuro acontecimento como se fosse uma utopia ou algo tão distante que não nos afeta em nosso tempo. Mas, na verdade, a história da humanidade se desenrola como que dentro de um funil, a cada dia que passa nós estamos mais perto do fim e a cada dia, os acontecimento finais, proclamados pela Palavra de Deus, se tornam presentes – Estamos nos últimos dias – Sim estamos nos últimos dias, desde a subida de Jesus aos Céus, em sua Ascenção, até o dia que Ele virá definitivamente. Por que nos últimos dias? Este tempo é o tempo da Igreja e tudo o que Deus tinha que fazer já foi feito. Agora é tempo de espera e já é o tempo final. Malaquias nos fala: virá o dia, abrasador como fornalha, em que todos os soberbos e ímpios serão como palha; e esse dia vindouro haverá de queimá-los”.

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Dia de Todos os Santos - Solenidade - Ano C - 2016
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Celebramos a Festa de Todos os Santos. Muitas vezes, ao pensar em “todos os santos”, pensamos naqueles que heroicamente venceram os intemperes da vida e chegaram à santidade e hoje se encontram no Céu. Mas na verdade a festa não é só pra estes e sim para “todos” os que estão em Cristo. Neste sentido temos que refletir sobre a “Comunhão dos Santos”. Afinal, quem faz parte desta comunhão? A Igreja nos orienta que existe “três estados da igreja” – A Igreja Militante, nós que estamos neste mundo; A Igreja Padecente, aqueles que estão em processo de purificação no purgatório; e a Igreja Triunfante, aqueles que já alcançaram a glória em Deus. Todos estes três estados formam o Corpo de Cristo e estão em comunhão, portanto são santos. A santidade não é uma propriedade em que se adquire como a compra de um bem (casa, carro, fazenda...), mas é participação naquele que é santo. “O termo ‘comunhão dos santos’ tem, pois, dois significados intimamente interligados: ‘comunhão nas coisas santas (sancta)’ e ‘comunhão entre as pessoas santas (sancti)’". (CIgC 948). 

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