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Reflexões da Liturgia Dominical
 
Reflexões da Liturgia Dominical
Reflexão 17º Domingo Tempo Comum – 2014

altCoisas novas e velhas do tesouro da vida.

“E aqueles que Deus predestinou, também os chamou. E aos que chamou também os tornou justos; e aos que tornou justos, também os glorificou”. O que é predestinação? Muitas pessoas falam que existe destino. Destino é o oposto da predestinação. Vejamos: destino é algo já pré-estabelecido que irá acontecer em nossa vida, pois já está destinado e isso irá acontecer queira ou não. Bem, se existe destino então não existe liberdade e também não existe mérito ou culpa. Se tudo já “está escrito”, então somos apenas marionetes nas mãos do criador, o que é absurdo. Mas, Jesus nos fala de predestinação e o Catecismo nos ajuda a entender: Para Deus, todos os momentos do tempo estão presentes em sua atualidade. Ele estabelece, portanto, seu projeto eterno de "predestinação" incluindo nele a resposta livre de cada homem à sua graça”. (CEC 600) (grifo nosso). 

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Reflexão 16º Domingo Tempo Comum – 2014

altDe que lado, estaremos? Joio ou Trigo?

“A teus filhos deste a confortadora esperança de que concedes o perdão aos pecadores”. Nosso Deus é Misericórdia infinita e trata a cada um de nós não pela justiça senão pelo Amor. Somos criados diferentemente dos Anjos, estes são criados prontos e acabados e desta forma conhecem toda a verdade e estão prontos a servir a Deus de forma plena em uma relação pessoal com o Criador. Em nosso caso somos criados “potencialmente capaz de ser” e que durante toda a nossa vida vamos descobrindo e atualizando o que verdadeiramente recebemos do criador no momento de nossa concepção (momento que fomos criados). Assim experimentamos mais em nossa vida a ação misericordiosa de Deus que sua justiça, não que a Justiça não se faça presente, mas que recebemos de Deus uma porção muito maior de sua Misericórdia.

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Reflexão 15º Domingo Tempo Comum – 2014

altGostaria muito que esta nossa reflexão fosse substituída pelo Sermão da Sexagésima de Padre António Vieira. Neste sermão pregado na Capela Real em 1655 o grande Padre faz uma abordagem da Parábola do Semeador que me impede de escrever seja lá o que for. É muita sabedoria, muito despojamento em Deus e uma iluminação interior que o que vier depois nada pode acrescentar ou demonstrar novidade. Vamos deixar o caminho pra você fazer uma leitura deste sermão. 

O que posso dizer é o quanto aprendi com esse pregador, que após ler e refletir sobre seu sermão tive que tomar uma posição mais intensa em meu trabalho de evangelizador, de professor de Doutrina e de Teologia. É muito intenso e de muita responsabilidade ao ver que a Igreja depende de seus pregadores, anunciadores do Evangelho e que muito se perde dentro da Igreja por que não há pregadores cheios do Espírito Santo que levam uma vida de oração e comunhão na intimidade com Deus. Muitos são relaxados, tentam levar uma “vidinha” de fé só pra manter uma aparência e querem “acender uma vela pra Deus e outra para o Diabo”. E nesta negligência mantém um status na Igreja e acabam tomando lugares de outros.

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Reflexão 14º Domingo Tempo Comum – 2014
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Jugo Suave – Vida no Espírito

Exultemos, irmãos e irmãs que o nosso Rei se apresentou entre nós, Ele veio implantar seu Reino para nos conduzir. Somos chamados a nos render a esse reinado, não como escravos, dominados por um domínio forçado, imposto que nos subjuga a ferro e fogo, mas como o Senhor e Rei que nos chama a tomar sobre nós um jugo suave um peso leve. Muitos de nós já experimentamos de tudo nesta vida e fomos subjugados pelo jugo do hedonismo, da cobiça, da injustiça, da ganância, do ódio, da concorrência desleal, do “passar o outro pra trás” e de tantas coisas que conquistamos na vida fruto de uma escravidão que só trouxe um buraco negro dentro de nosso coração e que muitas vezes nos vimos em um emaranhado de situações e problemas que ficou quase impossível de se libertar.

Jesus nos apresenta seu “jugo” (sinônimo: domínio, submissão, servidão), mas coloca que é suave e leve, pois somos atraídos pelo seu amor e seu reino é de paz. Para todos que já experimentaram o jugo do mundo carregado de pecados que escravizam e matam o que de temos de mais importante – a própria vida – tem agora uma nova opção – aceitar o reinado de Jesus sobre sua vida, pois somente assim “encontrareis descanso” para vossas almas.

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Reflexão Solenidade São Pedro e São Paulo – 2014
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Celebramos neste fim de semana a festa das duas colunas da Igreja, São Pedro e São Paulo e neste sentido celebramos o Dia do Papa. Nossa Igreja é verdadeiramente a Igreja instituída por Jesus e a prova desta verdade é a sucessão apostólica que foi ininterrupta desde Pedro até o nosso atual Papa Francisco. Esta é a nossa grande segurança que pela Palavra de Jesus a Pedro nos deu a certeza que Jesus criou sua Igreja e a constituiu sobre uma pessoa: “Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la”. Talvez, hoje, muitos católicos não tenham essa convicção, pois em nossa sociedade o termo igreja está muito deteriorado pelas inúmeras “igrejas” montadas em todos os cantos e com tantas ofertas de milagres, prodígios, enganando o povo e confundindo o conceito real do que é a Igreja. Vemos uma avassaladora ação do inimigo para menosprezar o sagrado vulgarizando em cultos humanos promovendo um controle de mentes condicionadas pelos hipnotizadores que usam o nome do Senhor como meio de enriquecer. De outro lado vemos “igrejas” formadas com uma doutrina fraca que procura atender as consciências das pessoas amenizando suas ações negativas oferecendo uma consciência laxa onde tudo pode. São igrejas feitas para se conformar a vontade dos homens. Mas isto não acontece na Igreja de Jesus, toda nossa fé está voltada a vontade de Deus e naquilo que Ele deixou pelas mãos dos Apóstolos e nós temos que nos conformar as suas normas.

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